Evidência de vida em Marte acidentalmente queimada há 40 anos

A agência americana Nasa afirma que a espaçonave Viking-1 e Viking-2, que chegou à superfície de Marte em 1976, “queimou” amostras de solo em um analisador químico, escreve a New Scientist. É por essa razão que a coleta de amostras de solo na área de pouso não deu nenhum resultado e a espaçonave no valor de US $ 1 bilhão voou para Marte “ociosa”.

Pesquisadores do Centro de Vôo Espacial Goddard acreditam que todas as amostras de solo foram simplesmente superaquecidas dentro de um espectrômetro de fluorescência de raios-X e, por essa razão, a composição molecular do solo há 40 anos pareceu aos pesquisadores “absolutamente morta”. A análise repetida de dados sobre a presença de compostos orgânicos mostrou que o solo de Marte contém elementos químicos que podem se formar somente sob certas condições, o que (teoricamente) prova a existência das formas mais simples de vida na superfície do planeta.

.

Leave a Reply